COMO É FEITA A CIRURGIA
O mais comum é utilizarmos as próteses de silicone para proporcionar o aumento das mamas, mas também é possível fazermos a enxertia, que é quando retiramos a gordura localizada de alguma parte do corpo e enxertamos nas mamas.
1- A escolha adequada das próteses é essencial!
Há diversos formatos e tamanhos de próteses, formadas por substâncias diferentes (gel, silicone, salinas), com projeções diversas (alta, média e baixa) e, avaliando o biotipo da paciente, a elasticidade e consistência da sua pele, juntas, cirurgiã e paciente, definimos o mais adequado, incluindo também as expectativas de cada pessoa.
Ressalto, porém, que o tamanho do implante de silicone não depende apenas o desejo da paciente, mas também das suas características anatômicas, uma vez que estas influenciam no resultado final.
2- Incisão
A incisão pode ser periareolar (na aréola), transaxilar (pelas axilas) e inframamária (abaixo dos seios). Avaliando fatores como: tipo de prótese, volume desejado e particularidades anatômicas, o cirurgião plástico opta por uma modalidade de incisão.
A opção por determinada incisão depende do tipo de implante, do volume desejado, das particularidades anatômicas e da preferência do cirurgião.
3- Colocação da prótese
A inserção do implante de silicone pode ser realizada:
- Sob o músculo peitoral (colocação submuscular);
- Atrás do tecido mamário, sobre o músculo peitoral (colocação submamária/subglandular).
Lembrando que a forma de inserir a prótese também é definida após avaliação de biotipo, volume a ser colocado, elasticidade da pele, entre outros fatores que podem impactar no resultado.
Vale ressaltar que, um dia após a cirurgia, a pessoa já consegue levantar os braços e se movimentar normalmente.