Você se alimenta bem, pratica atividade física regularmente e, ainda assim, aquela gordura em determinadas regiões parece não desaparecer?
Essa é uma das queixas mais frequentes no consultório de cirurgia plástica e existe uma explicação para isso.
Nem toda gordura responde da mesma forma
Nosso organismo armazena gordura de maneira diferente em cada pessoa.
Genética, hormônios, idade e características individuais influenciam diretamente onde a gordura será acumulada e como ela responderá ao emagrecimento.
Por isso, duas pessoas com o mesmo peso e o mesmo percentual de gordura podem apresentar contornos corporais completamente diferentes.
Por que algumas regiões são mais resistentes?
Áreas como abdômen inferior, flancos, culotes, parte interna das coxas, braços e papada costumam apresentar depósitos de gordura que respondem mais lentamente às mudanças de estilo de vida.
Isso não significa que dieta e exercícios não funcionem.
Significa apenas que determinadas regiões possuem uma tendência natural a preservar essas células de gordura.
É aí que entra a hidrolipo
Quando existe uma boa indicação, a hidrolipo pode remover precisamente esses depósitos de gordura localizada que permanecem mesmo após emagrecimento ou prática regular de atividade física.
O objetivo não é substituir hábitos saudáveis, mas complementar seus resultados.
A importância de uma avaliação individualizada
Nem toda gordura localizada deve ser tratada da mesma maneira.
Durante a consulta, avaliamos fatores como:
- distribuição da gordura corporal;
- qualidade da pele;
- elasticidade dos tecidos;
- proporções corporais;
- expectativas da paciente.
Esses aspectos ajudam a definir se a hidrolipo é realmente a melhor opção ou se outro procedimento pode oferecer um resultado mais adequado.
Muito além da estética
Quando bem indicada, a hidrolipo não busca modificar completamente o corpo.
Ela procura harmonizar o contorno corporal, respeitando as características individuais e proporcionando resultados naturais.
Afinal, a cirurgia plástica moderna não pretende criar um novo corpo, mas valorizar o que cada paciente já tem de único.